segunda-feira

Poema a Duas Mãos

                                                                    (foto de minha autoria)

Há um prende, desprende, perturbado pela cegueira de um amor que se poetizou de paixão. Um amor que murmura alucinado o desespero de entender porque é que persisto em escrever o que não sinto… numa urgência incontida de renascer, renegando a sabedoria da maturidade, na consciência de que não sendo jovem. Também não sou velha....
Mas seique tenho bastante idade para o reconhecimento da dor da alegria e para saber quando partem os pássaros na vez definitiva....
Mas o que eu queria saber não sei...
por exemplo, não sei...
da coragem corporal de palavras e gestos...
que se escondem por detrás de mãos cristalinas.”


Poema a duas mãos

Ana Luar & Bernardete Costa

3 comentários:

© Piedade Araújo Sol disse...

bom regresso.

;);););)

Áurea Regina disse...

Urgência incontida de "renascer"...

texto muito expressivo!

Filipe disse...

SENSACIONAL AMOR